domingo, 20 de julho de 2008

Tanto te procuro, onde estás!?

Como por norma quando realmente preciso é a ti que procuro, é a tua imagem imponente sempre indelével que me vem a cabeça, em todos estes cantos por esse mundo a fora, por esse país a dentro, por essa cidade, nesta minha casinha, no meu quarto, meu cantinho, meu humilde átrio onde a tua presença é constante, quer a nível “físico” como psicológico, aqui te encontro e mais uma vez com a tua força sigo em frente, hoje vivo porque a esperança me faz lembrar da tua existência.
Procuro palavras, alternativas viáveis e eficazes para que tudo o que escrevo e se relaciona a ti seja algo puro e capaz de estar ao plano em que te encontras para mim. Faço rimas, imagino as tuas formas, penso em ti e me pergunto porque não estas aqui, sonho com momentos e a cada dia vejo que não passam de pensamentos, mais enquanto poder respirar, enquanto poder ter a capacidade de raciocinar e ter a percepção do que o é o mundo e tudo o que nele se encontra, enquanto poder ter a capacidade de reconhecer as pessoas, a esperança irá me fazer lembrar da tua existência, porque as coisas são tão simples quanto isso, vivo enquanto existires, vivo porque sei que algures por aí estas e com “este” mesmo sentimento, vivo porque és a minha força.
Por vezes ou quase sempre as coisas mudam, num só segundo, num abrir e piscar de olhos e de repente vês-te dentro de uma situação complicada por si só e mais ainda se torna quando se tem noção do que a mesma é capaz de envolver.Ainda te procuro e irei procurar-te sempre, em cada esquina, em cada canto, onde for possível e imaginável, eu preciso de ti e hoje mais do que nunca. Apenas te consigo encontrar em pensamento, mais sou paciente e aguardo com ansiedade o momento de te encontrar e nunca mais te ver partir, mas enquanto esse momento não chega, a esperança me faz lembrar da tua existência.

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